Você cadastra o contato
Nome e telefone. Nada mais. Cadastrar não custa nada e não obriga ninguém a nada.
Pare de perguntar “cadê você?”
Sem instalar aplicativo, sem comprar rastreador, sem escanear QR Code. A pessoa toca em compartilhar localização em tempo real e você acompanha tudo no mapa — com o consentimento dela, do começo ao fim.
Sem cartão de crédito. Depois do teste, R$ 50/mês mais R$ 15 por número que realmente compartilhou localização no mês.
Recebi 👍 já estou te vendo no mapa.
É a tela do WhatsApp da própria pessoa. Enquanto esse aviso estiver lá, ela sabe — e pode encerrar com um toque.
Cada posição que chega vira ponto no trajeto, evento na linha do tempo e, se você quiser, alerta no seu celular.
Trajeto de hoje: 11,4 km em 22 min
Trajeto real em Maringá-PR · © OpenStreetMap
Do cadastro à primeira posição no mapa, sem passar por instalação, configuração ou suporte técnico.
Nome e telefone. Nada mais. Cadastrar não custa nada e não obriga ninguém a nada.
Chega uma mensagem explicando quem está pedindo e por quê. Ele toca em anexar, escolhe localização em tempo real e pronto.
As posições chegam sozinhas enquanto o compartilhamento estiver ativo. Você não precisa perguntar nada a ele de novo.
O compartilhamento do WhatsApp expira em no máximo 8 horas — e ninguém é avisado quando acaba. Você só descobre horas depois, quando percebe que o ponto parou. O WhatsTracker acompanha o prazo de cada ciclo e pede a renovação antes de vencer, com limite de pedidos automáticos e silêncio noturno para não virar perseguição. É por isso que o mapa não morre no meio do dia.
Rastreador veicular resolve o problema de quem tem frota própria. Não resolve o de quem manda alguém para a rua no carro dele, na moto dele, de aplicativo ou a pé. É esse o buraco que o WhatsTracker tapa.
Ele roda a carteira no carro dele. Você acompanha a rota do dia, sabe quanto tempo ficou em cada cliente e para de descobrir a visita só no relatório da sexta.
A moto é dele e muda toda semana quem está na rua — não há equipamento para instalar em nada disso. O cliente pergunta “já saiu?” e a resposta está no mapa, ou no link que você manda para ele acompanhar sozinho.
Internet, TV, ar-condicionado, alarme, elétrica, refrigeração. Ordem de serviço espalhada pela cidade, e o combinado é uma janela de horário — você vê se a próxima vai atrasar antes do cliente ligar reclamando.
O caminhão não é seu e o rastreador dele responde à transportadora dele, não a você. Enquanto a carga está com ele, o compartilhamento resolve — e acaba quando a viagem acaba.
Home care, coleta de exames, assistência técnica, corretor, avaliador, vistoriador. Profissional sozinho na casa de desconhecido: saber onde ele está é segurança dele antes de ser controle seu.
Rastreador acompanha o veículo. Quando o motorista desce e segue a pé, de aplicativo ou no carro de apoio, o veículo continua no pátio e ele some do mapa. Aqui quem é acompanhado é a pessoa.
O carro é dele — e o celular também
É justamente por isso que nada é instalado no aparelho. Ele compartilha durante o expediente, encerra quando termina, e o acompanhamento acaba junto. Nenhum programa continua rodando no celular pessoal de ninguém depois do fim do dia.
Um ponto no mapa é o começo. O resto é o que transforma isso em informação que você usa.
Posição, velocidade, direção e o nome da rua — atualizados enquanto a pessoa se move, sem você pedir.
O trajeto é refeito sobre as ruas de verdade, ponto a ponto, com a linha do tempo do que aconteceu em cada trecho.
Desenhe a cerca em círculo ou polígono sobre o cliente, o depósito ou a obra e saiba da entrada e da saída sem olhar o mapa.
Excesso de velocidade, parada longa demais, desvio da rota prevista, chegada e sinal perdido — no painel, no WhatsApp ou no e-mail.
Distância percorrida, tempo parado, velocidade média e eventos por tipo, com exportação em Excel.
Um link público mostra só a entrega dele, sem login e sem enxergar o resto da operação. Menos ligação de “já saiu?”.
A pergunta que todo mundo faz antes de contratar é se isso é vigilância escondida. Não é — e a lista abaixo é o motivo.
Consentimento não é letra miúda aqui: é como o produto funciona
Não existe um modo do sistema que dispense o compartilhamento. Se a pessoa não tocar, não há dado — e é exatamente isso que mantém o uso dentro da LGPD. Os detalhes estão em termos, privacidade e tratamento de dados.
R$ 50 por mês mantêm o sistema no ar para a sua empresa. Cada número rastreado no mês soma R$ 15 — e só conta quando chega a primeira localização dentro de uma solicitação. Pediu para dez e três compartilharam? Entram três: R$ 50 + 3 × R$ 15 = R$ 95. Sem fidelidade e sem aluguel de equipamento.
Para ver funcionando hoje
R$ 0por 5 dias
Mensalidade + cada número rastreado no mês
R$ 50/mês + R$ 15 por número
Transportadoras, frotas e equipes de campo
Sob medida
Não. O rastreamento usa a função de compartilhar localização em tempo real que já existe dentro do WhatsApp. Não há aplicativo para instalar, equipamento para comprar nem QR Code para escanear.
Sempre. É ela quem inicia o compartilhamento, e o próprio WhatsApp mantém o aviso no aparelho dela, com o tempo restante. Não existe modo oculto — nem para você.
As posições param de chegar na hora e o painel registra que o sinal foi encerrado. Ela pode encerrar quando quiser, sem passar por você.
Acaba, e sem aviso nenhum — é a maior armadilha de quem tenta fazer isso na mão. O WhatsTracker acompanha o prazo de cada ciclo e pede a renovação antes de vencer, com limite de pedidos automáticos e uma janela de silêncio à noite.
Depende do GPS do aparelho de quem compartilha. Em condições normais, de 5 a 20 metros. Posições com precisão pior que 100 metros são descartadas para não sujar o trajeto com pontos inventados.
Nos dois. O compartilhamento de localização em tempo real é um recurso nativo do WhatsApp em ambos os sistemas.
O tratamento se apoia no consentimento de quem compartilha: livre, informado e revogável a qualquer momento, já que é a própria pessoa que aciona e encerra. Cabe a quem contrata informar a finalidade e usar o serviço dentro da lei — o que está escrito nos documentos legais.
Uma mensalidade de R$ 50 por empresa, mais R$ 15 por número rastreado no mês. O número conta uma vez por mês, quando chega a primeira localização dentro de uma solicitação — pedido sem resposta não entra na conta, então uma equipe grande com poucos ativos custa pouco. A fatura fecha no dia 1 e vence no dia 10, por boleto ou PIX. O teste de 5 dias é grátis, com 1 número; no primeiro mês depois dele, a mensalidade é proporcional aos dias que faltam.
O consumo é o do próprio compartilhamento do WhatsApp, que o aplicativo já otimiza — não há um segundo programa rodando em paralelo, porque não há nada instalado no aparelho dele.
A conta leva dois minutos, o primeiro contato entra em seguida e a primeira posição chega assim que ele tocar em compartilhar. Cinco dias grátis, sem cartão.
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